TESTE DA ORELHINHA

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Processo de autocura - Compaixão - Joanna de Ângelis

Compaixão:

O amor propicia a compaixão que se gostaria de receber, caso a situação fosse oposta, diminuindo a intensidade do golpe recebido e anulando-lhe os efeitos danosos. Ela fala sobre a justiça inexorável de Deus que alcança a todos e propõe a bondade para com o opositor, concientizando-o, embora indiretamente, de que o mal é sempre pior para quem o pratica.


  Justiça:


A justiça, por sua vez, jaz insculpida na consciência de cada pessoa que pode ser anestesiada por algum tempo, jamais, porem, impossibilitada de manifestar-se. O equivocado conhece o seu erro, mesmo quando disfarça, e assim procede porque lhe sabe a procedência


Encobrir uma ferida não impede que ela permaneça decompondo a área, na qual se encontra instalada. A justiça na consciência impõe a reparação do delito e das suas conseqüências infelizes, induzindo as vitimas a que não assumam a postura de cobradores, já que as leis soberanas dispõem de recursos que impedem se contraiam novos, quando se corrigem velhos débitos.


Para culminar o seu objetivo, tem ela que ser estruturada na equanimidade, que discerne como aplicá-la, sem o contributo emocional da paixão  de qualquer natureza, porem com a finalidade superior de corrigir sem desforço e recuperar sem maus-tratos.


  Equanimidade:


O sentimento de equanimidade nasce da razão que discerne e da emoção que compreende, fazendo que o recurso, o método de reeducação seja o mesmo para todos os incursos nos seus códigos, não sendo severa em demasia para uns e generosa em excesso para com os outros. A sua linha reta de ação abrange na mesma faixa todos os infratores, prodigalizando-lhes idêntico tratamento.


A consciência de amor em equanimidade propõe a paz, que tira as tensões e inspira o prosseguimento da ação. Estado intimo de harmonia, irradia-se em sucessivas ondas de tranquilidade que se exteriorizam, promovendo a absorção e fixação das energias saudáveis no organismo. O pensamento canalizado para a paz se torna uma onda que sincroniza com a Fonte de Poder, contribuindo para o entendimento geral e a fraternidade, que é o passo inicial do amor entre as criaturas.


No processo de autocura, o espírito recupera as energias gastas, vitaliza, mediante a ação do  pensamento, os fulcros perispirituais e predispõe-se ao resgate pelo amor, sem a intenção de negociar benefícios, antes, com a de se tornar elemento útil no concerto social, membro ativo do progresso geral e não um peso desagradável qual infeliz na economia do grupo humano onde se encontra.


Co-autor da sua recuperação, ele haure da Fonte providencial do amor de Deus as energias sãs, saindo das sombras da enfermidade para as luzes da saúde, disposto a contribuir  decisivamente em favor do mundo melhor de hoje e de amanha, renovado, esclarecido e feliz.


Fontes: 


Livro: “Plenitude”.

Por Divaldo Franco
Espírito Joana de Angelis.
Capitulo 9, paginas. 89 a 98. 
Ed. Livraria Espirita Alvorada - Salvador - BA.

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