TESTE DA ORELHINHA

terça-feira, 29 de outubro de 2013

SOL DE MAIS, SOL DE MENOS

                       
O banho de sol tem ação preventiva em face das doenças autoimunes, como diabetes, esclerose múltipla e artrite reumatoide.
Ao lado dos cuidados recomendados pelos dermatologistas, quanto à exposição prolongada aos raios solares, mormente sem proteção cremosa ante os raios ultravioletas e suas consequências em melanomas (câncer de pele), os benefícios da vitamina D, sintetizada pelos raios solares, são proclamados com acalorado entusiasmo.
A vitamina D é essencial para a absorção do cálcio pelos ossos,  provenientes dos alimentos, 30% a mais do que os que não se submetem aos raios solares. A sua falta também está associada à obesidade, pois interfere junto  à leptina, hormônio da saciedade.
As crianças, dado à pele fina, são as mais sensíveis aos raios solares. Os idosos também. Os negros necessitam maior exposição ao sol, para obter os benefícios da vitamina D no organismo.
Apenas os raios ultravioletas (UVB), disseminados entre 10 d manhã e quatro da tarde, relacionados com a síntese da vitamina D, são os mais perigosos com risco de câncer de pele. Ao incidir, transformam um derivado de colesterol, o 7-DHC, colecalciferol (a vitamina D-3), que chega ao fígado pela corrente sanguínea, onde é convertido em 25-hidroxivitamina D  (ou 25OHD), a qual chega ao rins, onde finalmente se transforma em vitamina D, responsável pela absorção do cálcio no organismo.
O endocrinologista norte-americano Ddr. Michael Holick, professor da Universidade de Boston, revela, em seu livro Vitamina D – Como um tratamento tão  simples pode reverter doenças tão importantes, os benefícios, antes não enfatizados, para o coração, regulando o adequado batimento cardíaco, para as artérias e veias, regulando o compasso, para a melhoria da força muscular, e uma proteção extra em face das infecções, favorecendo as imunidades, com efeitos anti-inflamatórios, antimicrobianos e antivirais.

         Assim, conciliando os dermatologistas, observando o horário matinal, das 08 às 10 horas, e vespertino, após as 16 horas, com as indicações dos endocrinologistas, o desempenho da luz solar no organismo torna-se um fator de vida mais abundante e saudável.

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